Recomposição salarial do magistério é vitória histórica

Luta teve apoio do deputado Prof. Josemar (PSOL) e participação de servidores, sindicatos e parlamentares que lutam pela dignidade dos trabalhadores O pagamento das duas parcelas de recomposição salarial do piso do magistério, que estão atrasadas, foi garantido pelo governador interino, Ricardo Couto, graças a uma luta incessante do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação […]

22 maio 2026, 11:10 Tempo de leitura: 1 minuto, 30 segundos

Luta teve apoio do deputado Prof. Josemar (PSOL) e participação de servidores, sindicatos e parlamentares que lutam pela dignidade dos trabalhadores

O pagamento das duas parcelas de recomposição salarial do piso do magistério, que estão atrasadas, foi garantido pelo governador interino, Ricardo Couto, graças a uma luta incessante do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação do Rio de Janeiro (Sepe), com apoio do mandato do deputado estadual Prof. Josemar (PSOL). O índice de 11,56% será pago em duas parcelas de 5,62% em agosto e novembro, segundo o decreto 50.302/2026, do governo estadual, referente ao período de setembro de 2017 a dezembro de 2021, a mais de 423 mil servidores ativos, inativos e pensionistas.

“Essa é uma luta histórica dos servidores do Estado do Rio de Janeiro, que Cláudio Castro poderia ter pago, mas não pagou. É uma vitória dos sindicatos, que lutam por dignidade no serviço público, dos mandatos que se pronunciaram, e de todos aqueles que querem o Rio de Janeiro a serviço dos trabalhadores. Não existe serviço público de qualidade sem valorização dos servidores”, afirmou Prof. Josemar.

Ricardo Couto se comprometeu com o Sepe a pagar a recomposição em reunião realizada em 19 de maio, e assinou o decreto autorizando o pagamento em 22 de maio. O estado estava em débito com a categoria havia dois anos. “Essa foi uma primeira vitória dos servidores da educação, mas ainda temos outras lutas para reivindicar: o enquadramento dos ex-Faeps, o pagamento do piso nacional do magistério, e demais pautas como pagamento do ICMS da educação que está atrasado e foi aprovado na Alerj. Vamos seguir apontando, cobrando e principalmente reivindicando que a educação e os servidores do Rio de Janeiro sejam valorizados”, concluiu o deputado.